Estas são reportagens da turma de Redação Jornalística I, do curso de jornalismo da Unisul, campus Tubarão, Santa Catarina, Brasil.

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Cliques premiados

Thursday, November 18, 2004 comments
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Por VICENTE PEREIRA
Criciúma

Amanhece e a redação do jornal abre. Um dos primeiros semblantes a aparecer é de um profissional com uma mochila a tira colo e uma máquina fotográfica em mãos. Um olhar atento e criativo caracteriza a profissão. Maurício Vieira, que tem 35 anos e a alegria de uma criança é repórter fotográfico. O seu dia começa cedo, mas isso não é nenhum incômodo.
Vieira exerce essa profissão há 17 anos. "Sou apaixonado pelo que faço", relata. E a prova de que quem faz o que gosta, faz bem feito, são os prêmios que ele já ganhou com os seus "cliques". O fotógrafo foi vencedor duas vezes do Prêmio Acic
(Associação Comercial e Industrial de Criciúma) de Jornalismo. O seu primeiro trabalho premiado foi o retrato de um mineiro (característica da cidade de Criciúma) e o segundo no final do ano passado com a foto de um produtor de milho. Uma fotografia sua também recebeu prêmio da Revista Imprensa. Foi um trabalho que ele fez de uma enxurrada em Blumenau. Na ocasião, 25 moradores de uma mesma rua morreram. Ele teve seu traba-lho reconhecido, mas diz que esse tipo de foto não lhe vangloria. "Detesto fazer tragédia".
Vieira, que nasceu em Lages-SC, começou trabalhando num laboratório, revelando os retratos de terceiros. O interesse veio e com ele o manuseio de máquinas fotográficas também. Trabalhou oito anos no Diário Catarinense, três no Jornal de Santa Catarina e um ano no Jornal O Estado, antes de vir para o Jornal da Manhã onde trabalha há quase cinco anos. É também free lancer da Agência Futurapress e Lance, de São Paulo. Trabalhos publicitários ele faz muito poucos, porque por trás daquilo tem toda uma produção. "No jornalismo o que interessa é a informação", declara defendendo o trabalho jornalístico.
O fotógrafo, além de outras editorias, faz a cobertura esportiva do veículo onde trabalha. Na cidade de Criciúma, o esporte mais evidente é o futebol, já que o Criciúma EC voltou à Série A do Campeonato Brasileiro. Vieira diz que a cobertura de esporte é diferente. "É no instante, no momen-to". As fotos esportivas são batidas em alta velocidade e são fechadas, ou seja, o enquadramento é feito em lances da partida e principalmente em detalhes. "Nem sempre a foto do gol é a mais importante... se tu estás cobrindo o time que está perdendo, tem que ter uma foto de tristeza". Para ele, esses detalhes são importantes, por isso tem que estar "sempre ligado", enfatizou.
Anoitece o dia, e engana-se quem imagina que a profissão e a máquina fotográfica ficam de lado. O equipamento do jornal fica lá, mas a atitude de fotógrafo não. "Sempre tenho a minha máquina particular" e onde o fotógrafo vai, o seu equipamento vai junto.
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Esculturas que levam religiosidade

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Por JÉSSICA PEREIRA
Orleans

Com uma fala tranqüila, de aparência cansada, vestido de maneira simples e ansioso para contar sua história de vida. Este é Paulo Afonso Pereira, escultor, morador do distrito de Pindotiba, no município de Orleans. Com 49 anos de idade, casado há 25 anos com Salete Guizi Pereira, com quem tem uma filha, ele coleciona vários trabalhos realizados ao longo da carreira que teve início aos 13 anos, esculpindo imagens em pedra-sabão.
Fonso (como é chamado pela família e por todos seus conhe-cidos), nasceu com um problema auditivo muito sério, causado pela incompatibilidade de genes de seus pais que são primos. "Apesar de ser quase surdo ele conseguiu mostrar o talento que tem", conta sua mãe Maria Pereira.
Aos 15 anos ele começou a trabalhar com a madeira e a partir daí não parou mais. Hoje, seu principal material de trabalho é o cimento. Ele já fez grandes imagens como a de Nossa Senhora Aparecida, com 13 metros de altura, na localidade de Urussanga Baixa em Treze de Maio, de São Cristóvão às margens da BR 101 em Tubarão, e de São José, que ornamenta a entrada do Hospital que recebe o mesmo nome em Criciúma.
"Eu gosto do que eu faço, dá pra sustentar minha família. A gente não tem uma vida de rico, mas mesmo assim somos felizes. Minha mãe me ajuda muito, porque ela mora perto da minha casa e quando eu preciso, ela sempre está por aqui", afirma.
Seu próximo trabalho já está em fase final: é uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, que será colocada no hospital de Tubarão em comemoração de seu centenário.
Paulo Afonso resume seu trabalho com uma única frase que demonstra toda sua paixão pelo que faz: "Meu trabalho é minha vida, adoro ver os outros sorrindo com minhas esculturas, assim eu vivo mais feliz".
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Novas idéias para a Comunicação Social

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Por EDIVALDO DONDOSSOLA
Tubarão

Uma passada rápida em cada uma das turmas, uma breve explanação da "plataforma eleitoral" e chega a votação. No dia 20 de setembro, nas urnas, confirmou-se a vitória da chapa única que concorria à Coordenação do curso de Comunicação Social da Unisul. A vitória dos postulantes foi votada por um colégio eleitoral, formado por professores e alunos.
Por ser um único curso (apesar de ser lecionado em campi distintos), a Coordenação é uma só, a chapa reunia representantes das duas unidades: o professor Eloy Simões, do campus da Pedra Branca, e a professora Darlete Cardoso, do campus de Tubarão.
O grupo votante era formado por um total de 130 pessoas. A chapa foi eleita por 72 votos válidos, com 12 votos em branco e seis nulos. Os 40 eleitores restantes não participaram da votação.
A posse dos coordenadores de Comunicação ocorreu juntamente com os de outros cursos no dia 29 de setembro, no salão nobre da Unisul de Tubarão, numa solenidade que uniu todos os campi da universidade.
Darlete comentou o fato de que, mesmo não havendo concorrência para a disputa do cargo, algumas pessoas votaram contra os candidatos. "Todos nós sabemos que a unanimidade é burra. Já sobre a questão de não haver chapa concorrente, não tenho nada a dizer. Não fiquei sabendo de ninguém que demonstrasse vontade de disputar conosco", alega.
O professor de jornalismo da Unisul, Cláudio José Toldo, confirma a não existência de concorrência. "Não acho que tenha sido por repressão. Creio que já havia um engajamento e uma participação muito consistente tanto da Darlete quanto do Eloy dentro do curso. Acho que todos concordam que eles desempenharam um bom trabalho. Por isso, não houve ninguém que se opusesse. A posse foi apenas uma coroação do esforço que eles já faziam", afirma Toldo.
Por meio de uma carta aos professores e alunos, Darlete também agradeceu o resultado das urnas e disse que espera o auxílio da comunidade acadêmica, com o intuito de "prazerosamente trabalhar, e muito, para enfrentar os desafios e as incertezas, e atingir nossos objetivos".
Os coordenadores eleitos têm dois anos para administrar o curso.
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Comunidade quer preservação

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Por TALITA GASPAR
Tubarão

Salão espaçoso, inacabado, pouco iluminado, envolto ao verde de uma comunidade distante. Um rio, açudes, muito verde e simplicidade rodeavam o local, já cheio de gente. Agricultores, técnicos agrícolas, professores, agrônomos, estudantes, policiais ambientais e até um promotor público estavam presentes. Crianças, jovens, adultos, velhos. Alguns simples, outros nem tanto.
Esse foi o cenário da Oficina de Legislação Ambiental e Recursos Hídricos, realizada no último dia 24 de setembro, na comunidade de Caruru, São Martinho. O evento teve participação do Ibama, Polícia Ambiental, Prefeitura Municipal, Unisul e Epagri. O objetivo inicial era despertar no público um interesse pelas questões ambientais, destacando o tema água, numa tentativa de reversão da degradação observada atualmente. No entanto, reversão mesmo se deu no rumo da prosa e na idéia de que o povo não dá muita importância às questões ambientais.
O previsto era focar o tema água, já que a comunidade de Caruru faz parte do projeto Microbacias 2, parceria da Epagri com o Governo do Estado. Mas, os policiais ambientais, ao exporem suas idéias e trabalho, deram início a um grande debate, que ultrapassaria o tema inicial e balançaria alguns pré-conceitos. "O principal problema do meio ambiente é a falta de conscientização das pessoas acerca da preservação. Por isso nós estamos desenvolvendo um trabalho de educação ambiental nas escolas", afirma o policial ambiental Vanderlei da Silva. Os policiais acreditam que apostando nas crianças, garantem uma conscientização futura.
Foi então que o público entrou em ação, fazendo várias perguntas e exigências, algumas um tanto embaraçosas, exigindo maior fiscalização por parte das entidades responsáveis. "Não existe um plano de incentivo à preservação, e a fiscalização é ineficiente. Falta alguma coisa que atue de forma maciça, mais presente", exige a agricultora Silmara Reis. O representante do Ibama, durante sua exposição, declarou que é apenas um órgão fiscalizador e passou a responsabilidade de novos projetos à Fatma, que não estava presente para exercer seu direito de resposta. Já a Polícia Ambiental revelou que não dá conta da demanda de denúncias. "Temos uma equipe de apenas 39 pessoas para atender a 20 municípios", declara o policial Vanderlei da Silva. Em relação aos recursos, a situação fica ainda pior, pois tem à disposição apenas duas viaturas.
Durante a exposição da Prefeitura Municipal e Unisul, o público continuou questionando, instigando um debate inconformado, desviando totalmente o tema para outros considerados mais importantes no momento. Um deles gerou grande discussão e polêmica: o desmatamento das margens do rio Tubarão, autorizado pela prefeitura. O público, de forma geral, criticou ações e mudanças feitas pela mesma nos últimos meses.
É, no mínimo, interessante saber que uma comunidade tão distante como a de Caruru, importa-se com as margens do rio Tubarão. Isso revela muitas coisas: revela um interesse da sociedade pela questão ambiental; revela uma sociedade ligada no que fazem com o cenário municipal; revela uma sociedade exigente, inquieta, ansiosa por mudanças.
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Aventura na prática de parapente

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Por TAYSE FORGIARINI
Içara

Quem nunca sentiu uma vontade louca de fazer algo di-ferente e logo pensou em pra-ticar um esporte radical? O parapente é, sem dúvida, um desses esportes que faz o cora-ção bater acelerado e a adrenalina atingir picos incríveis.
O comerciante de Criciúma, Maguido de Matos Estano, pratica vôo-livre há oito anos. Ele conta que na região os vôos são realizados no morro Mãe Luzia, que fica na divisa dos municípios de Criciúma e Ma-racajá, no Morro dos Conven-tos em Araranguá, no Morro São Pelegrino em Turvo e, em Timbé do Sul, na Serra da Ro-cinha. Segundo ele, os vôos mais conhecidos e tradicionais são chamados de Cross Coun-try. "Para quem curte o vôo li-vre esses são os mais emocionantes, pois não é usado ne-nhum tipo de motor", destaca.
Existem ainda os vôos de lift, realizados nas encostas dos morros, os vôos de térmicas (sem a utilização de motor), em que também se voam as maiores distâncias, além do vôo acrobático no qual o piloto realiza diversas manobras.
Segundo Estano, além de es-tar em boa forma física e psí-quica, é necessário que o praticante realize um curso para o aprendizado, por meio de um instrutor credenciado pela ABP (Associação Brasileira de Parapente) ou ABVL (Associa-ção Brasileira de Vôo Livre), entidades que coordenam o esporte em nível nacional. "Mesmo com um crescimento cada vez maior dos praticantes deste esporte tão fascinante, nós ainda en-contramos algumas dificuldades. As principais estão relacionadas a patrocínio, homologação de sítios de vôo, locais apropriados para a prática e até o reconhecimento do parapente como esporte, pois às vezes as pessoas associam à coisa de maluco", completa o criciumense.

Equipamentos
Os materiais usados para realizar o esporte, basicamente, são: velame (parapente), sele-tevt (uma espécie de cadeira), pára-quedas reserva, capacete, rádios para comunicação, GPS (Sistema de Posicionamento Global), alti-vario (aparelho que indica a taxa de subida ou de descida). O custo desses materiais é um dos mais baixos, se comparados a outros esportes aéreos. Os preços variam muito com relação a equipamentos novos e usados, e podem sem encontrados a partir de $ 2 mil dólares.
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PM de Içara tem novo Comandante

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Por LARISSA MATIOLA
Içara

Zelar pela segurança de 54 mil pessoas, comandar 50 ho-mens e prestar assistência a to-das as comunidades do município. Aparentemente é uma tarefa não muito atraente, que pou-cos aceitariam, mas para o major Márcio José Cabral, é a realização de um sonho.
Com o propósito de manter a organização administrativa criada pelo antecessor Jean Car-los Locatelli, e também acrescentar algo mais, assumiu, dia 20 de setembro, o comando da Polícia Militar de Içara o Capitão Márcio José Cabral.
Natural de Criciúma, o novo capitão entrou na polícia há 15 anos, passou por militar, cabo e agora alcança um dos maiores objetivos de sua carreira; ser capitão da polícia militar de Içara. Apesar da distância da casa, da família e dos filhos, Cabral conta que esta será uma tarefa que lhe proporcionará muita satisfação.
O novo comandante explicou que Içara é a cidade do Sul que mais cresce em termos populacionais. O município é cortado pela BR-101, o que facilita fu-gas, por isso ele quer estabelecer um grupo de resposta tática, ou seja, um grupo de ope-rações especiais. Ele pretende enfatizar o trabalho de polícia Comunitária no Balneário Rin-cão e Vila Nova, e aumentar o número de alunos do Proerd. "Vou tentar implantar o programa Jovens Construindo Cida-dania. Pretendo enfatizar o po-liciamento em outros municípios", explica o Capitão, destacando, que também quer buscar melhorias das instalações físicas de parte dos destacamentos pertencentes à compa-nhia. E, para finalizar as sua in-tenções, o Capitão Cabral quer buscar a aproximação da polícia com a comunidade.
O ex-capitão Locatelli dei-xou o comando da PM para se tornar Major da Polícia Militar.
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Projeto incentiva a música clássica

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Por ARIELA MARTINS
Capivari de Baixo

Os colchonetes espalhados pelo chão, o som tranqüilo que relaxa mentes e corpos. A descrição pode parecer a de um spa, ou de um mini spa, como os que existem nas grandes metrópoles. O objetivo é acalmar os ânimos mais afoitos de estressados crônicos, mas, na verdade, é uma sala de aula. São 50 crianças que em silêncio ouvem a "Nona sinfonia de Bethoven" e a suave "Flauta Mágica", de Mozart. A disciplina é Educação Física e elas aprendem música clássica. Os pequenos quase dormem quando o professor inicia sua aula de relaxamento na Escola Básica Municipal Santo André, em Capivari de Baixo.
Há nove meses o projeto "A música clássica nas aulas de Educação Física" leva a essas crianças o contato direto com o elitizado estilo musical. O autor do projeto, o professor Karol P. Cardoso, explica que, além de uma nova cultura, esse tipo de trabalho traz inúmeros benefícios dentro e fora da escola. "Este projeto tem como principal meta instigar o gosto pela música, especialmente a clássica, contribuindo no desenvolvimento social do aluno. Notamos que as crian-xças estão mais sensíveis, calmas e melhoraram sua auto-estima. E, com o projeto não ficarão ociosas, fora do período escolar, o que contribui para uma educação longe de drogas e outros agentes negativos. Há possibilidade também de optarem pela música profissionalmente", diz.
As aulas são ministradas sempre às terças-feiras e os estudantes, de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental, aprendem a tocar flauta e desvendar as notas de uma partitura, além das aulas de canto e sessões de relaxamento, cujo o objetivo é o desenvolvimento psíquico-motor do aluno. As crianças têm contato também com músicas folclóricas e as tradicionais cantigas de roda.
O trabalho recebe o apoio da Secretaria de Assistência Social do município, que faz a doação do material didático. "Nossa intenção é estender esta idéia para outras séries, já que trabalhamos apenas com as turmas iniciais. Há possibilidade de acrescentar a música como disciplina na grade escolar municipal. É um projeto que vem inovando e contribuindo em uma nova didática em nosso ensino", explica a secretária de Educação, Cultura e Esporte, Marli dos Santos.
O projeto "A música clássica nas aulas de Educação Física" está inscrito no Prêmio Nacional de Incentivo à Educação Fundamental, que é realizado desde 1995 no mês de outubro em Brasília, quando os 20 melhores trabalhos são premiados.
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Necessidade de ser diferente

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Por VIVIANE MEDEIROS
Criciúma

Eles estão por toda parte, nas escolas, parques, praças, mas principalmente nos shopping centers de Criciúma. Usando roupas pretas e piercing, os punks vão às ruas desafiar uma sociedade careta. Afinal, identificar-se em um grupo é necessário, mas diferenciar-se dos outros é fundamental, e eles são o retrato disso.
A necessidade de fazer parte de um grupo é característica de todo ser humano. Os punks, por exemplo, vivem inseridos nessas tribos onde todos compartilham dos mesmos gostos, seguem a mesma tendência, curtem o mesmo estilo.
Segundo a psicóloga Nerilza Beltrame Alberton, coordenadora do Curso de Psicologia da Unesc, essa necessidade está associada ao descobrimento de si mesmo. "Esta é uma característica da adolescência, pois eles deixam os valores da família e passam a descobrir outros valores. Acabam adotando o valor do grupo", relata a psicóloga.
O movimento punk surgiu na década de 70 na Inglaterra, onde os jovens gritaram o caos que estavam enfrentando, criticando o governo, a educação, os políticos, a falta de perspectivas e outros problemas. "Eles (os grupos) se testam, se desafiam, pois os limites não são fixos. O que era algo concreto na infância passa a ser questionado na adolescência. Então descontruindo os valores para construir uma identidade", analisa Nerilza. E, ao que tudo indica, eles conseguiram essa identificação, pois podemos até não concordar com suas ideologias, mas jamais os ignoramos. Na opinião de Analise de Araújo, os punks nunca passam despercebidos. "Acho-os esquisitos, mas respeito. Além disso, tenho muitos amigos assim", aponta a estudante de 13 anos.
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Melhor prevenir do que remediar

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Por GISELE TARTARI
Tubarão

Ditados como "o seguro morreu de velho" são lembrados quando o assunto é a segurança de carros, jóias, imóveis, vida, saúde e documentos. Isso mesmo, documentos. Tudo pode ser segurado, inclusive aqueles papéis importantes, como contratos, diplomas, documentos pessoais, que facilmente são extraviados. E é para isso que existem os Cartórios de Registro em Títulos e Documentos.
Perder a carteira com absolutamente todos os documentos é ter de dispensar muito tempo - e dinheiro - para refazê-los. Boa parte dos leitores certamente já passou por isso, e provavelmente todos conhe-cem alguém que enfrentou essa situação. Porém, muito pior que o transtorno de ter de correr atrás de segundas-vias de Carteira de Identidade, CPF, Carteira de Habilitação - que embora dêem trabalho para serem refeitos, são perfeitamente substituíveis junto ao órgão expedidor - é extraviar outros tipos de documentos, bem mais complicados de serem recuperados, como diplomas, contratos de vários tipos ou notas promissórias. Papéis como esses, comumente estão reunidos em uma pasta que corre o risco constante de ser roubada ou esquecida no aeroporto, na rodoviária ou no restaurante. O perigo que a sua pasta corre é semelhante ao do seu carro, por exemplo. O seu possante, no entanto, não fica sem seguro, não é mesmo? Mas, e quanto aos seus importantíssimos documentos? Eles também podem - e devem - ser segurados.
Cada Comarca possui um Cartório de Registro. Esses cartórios possuem um serviço chamado Registro em Títulos e Documentos com as atribuições legais de arquivar, dar publicidade, dar validade - inclusive contra terceiros - e perpetuar os negócios reali-zados entre pessoas físicas e/ou jurídicas. Na Antiguidade, as comunidades tomavam conhecimento de uma negociação por meio de uma festa, onde era celebrado o "contrato". A festa funcionava como registro do que havia sido combinado e era testemunhada pelas pessoas que participavam. Com o crescimento das sociedades e do volume de negócios, essa prática tornou-se impossível para a celebração e oficialização de acordos. A solução foi registrar tudo para o papel. Assim surgiram os cartórios, que passaram a ser os responsáveis pelo registro e manutenção permanente dessas informações. Os Cartórios são organismos constitucionalmente delegados pelo Poder Público a particulares, por meio de concursos públicos.
Os registros públicos são órgãos da fé pública, criados por lei, com a função primordial de serem instrumentos permanentes de publicidade dos atos da vida civil das pessoas. Constituem verdadeiros arquivos oficiais, nos quais são conservados e perpetuados determinados atos da vida de relação da sociedade, por intermédio de seus legisladores. O registro confere publicidade, a fim de garantir a segurança, autenticidade e validade das relações jurídicas e proteger a boa fé dos terceiros, isto é, das pessoas alheias à relação jurídica específica, mas que podem, em certas situações, ser atingidas pelos efeitos jurídicos dela irradiados. A publicidade que emana do Registro em Títulos e Documentos, em alguns casos, é essencial à existência do ato, como, por exemplo, na constituição da propriedade fiduciária sobre coisa móvel, ou mesmo à validade e eficácia perante terceiros. Além disso, "o Registro em Títulos e Documentos funciona como autenticador de data, suprimindo discussões acerca da data efetiva da celebração do documento", esclarece a Registradora do Serviço Registral Porto, de Tubarão, Rosita Willemann Porto. Em outras palavras, tudo o que for registrado em Títulos e Documentos se torna eterno e com a data oficializada. Dessa forma, com tal registro, os do-cumentos adquirem a segurança legal necessária para uma infinidade de relações jurídicas.
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Das ruas para as salas de aula

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Por ALINE SOMARIVA
Tubarão

A Prefeitura Municipal de Tubarão, com iniciativa da Secretaria de Assistência Social do Município criou o Programa Adolescente Responsável (PAR) antigo guarda-mirim do projeto Área Azul.
Ao invés de os adolescentes menores ficarem nas ruas cuidando dos estacionamentos de carros estão hoje nas salas de aula. O programa foi criado em 2002 e conta com 80 adolescentes de 15 a 17 anos de idade, vindos de bairros peri-féricos de Tubarão, que estudam em escolas públicas e são de famílias de baixa renda. Os alunos ganham uniformes completos, material didático, transporte, médicos, auxílio farmácia, psicólogos e dentistas. O PAR oferece também ajuda incentivo de R$ 65,00 todo mês e tem o apoio do Banco do Brasil e outras entidades colaboradoras.
As oficinas são de segunda a quinta-feira, com duas turmas divididas nos períodos da manhã e da tarde nos horários de 8h30min às 10h30min e das 14h30min às 16h:30min, incluindo lanches para os alunos.
Os adolescentes têm aulas de português com reforço na matéria repassada na escola, desenvolvimento pessoal e social, iniciação ao mercado de trabalho e ainda aulas de informática, em parceria com a Unisul, o que ocorrerá toda sexta-feira.Esse programa funciona em salas do terminal de ônibus de Tubarão, juntamente com a assistência social do município.
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Projeto beneficia adolescentes

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Por DÉLIA DIAS
Siderópolis

A Afabess (Associação Fe-minina de Assistência e Bem Estar Social de Siderópolis) desde 2001 vem implantando projetos que envolvem todas as comunidades do município. São nove projetos que beneficiam crianças recém-nascidas até as pessoas da terceira idade. O mais recente deles é o "Projeto Jovem Arte-sã", implantado em junho deste ano, com o objetivo de desenvolver nos jovens suas apti-dões artesanais.
"A idéia da criação do projeto deu-se a partir da grande vontade das jovens de fazerem parte dos grupos de mães. Co-mo isso não era possível, tivemos a idéia de criar algo seme-lhante a esses grupos, mas para as jovens", explica a presidente da Associação Ana Tereza Sin-frônio.
O projeto já está funcionando nas localidades de Jordão Médio, Santa Luzia, Alto Rio Maina, Vila Esperança, Rio Fiorita e Cohab, com um total de 115 jovens beneficiados. São ministradas aulas de Bis-cuit, Técnicas de Pintura e Re-ciclagem para os adolescentes com idade entre 12 e 17 anos, que estejam obrigatoriamente freqüentando a escola.
Segundo a diretora executiva da Afabess, Maria Helena Dias, a intenção é estender o projeto também para outras co-munidades de Siderópolis. "Nós estamos tendo uma pro-cura muito grande. Pessoas de várias localidades estão nos li-gando e pedindo para que o projeto seja implantado lá", diz Maria Helena.
É importante lembrar que o fato de o projeto se chamar "Jovem Artesã" não significa que apenas meninas possam fazer parte. Segundo Ana, a intenção inicial era a-tender somente as meninas, mas devido a um grande inte-resse por parte dos rapazes, o projeto foi aberto para ambos os sexos, continuando, porém com o mesmo nome.
A Afabess, além dos projetos implantados, mantém em par-ceria com o Centro Comunitá-rio vários cursos como: Culi-nária, Bordado, Tricô, Crochê, Pintura em tela e tecido, Bis-cuit, Tapeçaria e Técnicas de Pintura em Madeira.
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Tubarão volta a ter Hemosc

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Por GUILHERME CORREA
Tubarão

Uma espera de dois anos aca-bou. Desde o dia 20 de setembro, a população tubaronense já tem onde doar sangue o que anteriormente só poderia ser feito caso as pessoas se deslocassem para Criciúma ou Florianópolis. Tubarão agora conta com o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina, mais conhe-cido como Hemosc.
De acordo com a Gerente Re-gional da Saúde, Helena Cae-tano Gonçalves, todos estão se mobilizando, pois, desde 2002, a cidade não tinha um local específico para a coleta san-güínea: "Desde que abrimos o Hemosc, cerca de 40 pessoas a-parecem, nos dias específicos, para fazer as doações. Já estamos colocando mais gente es-pecializada para fazer esse trabalho", conta, lembrando que, chegando ao local, as pessoas se deparam com um atendimento e uma estrutura material de qualidade. As doações podem ser feitas às segundas e quartas-feiras, no período da manhã. O doador deve ser maior de 18 anos, ter no mínimo 50 quilos e não apresentar nenhuma doença aparente, além de passar por uma rápida entrevista e fazer alguns exames. Para mais informações, o telefone do Hemosc é 626-5959.
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Seis meses após o Catarina

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Por MANUELA SOUZA
Araranguá

Seis meses depois da passagem do Furacão Catarina pelo litoral Sul do Brasil, ainda é possível ver as conseqüências. Apesar de terem sido entregues às vítimas roupas, alimentos e telhas, a população do Sul enfrenta a indignação de uma espera pela liberação de recursos do Governo Federal.
O primeiro fenômeno climático de grandes proporções no Atlântico Sul atingiu ventos de 150Km/h na madrugada do dia 28 de março. A passagem do Catarina, além do medo, deixou um rastro de destrui-ção. Foram, em média, 160 mil casas destruídas e dois barcos naufragados.
A dona-de-casa Francisca Rosa, de Araranguá, reclama da falta de ajuda. "A minha casa ficou completamente destruída. Apesar da ajuda que a prefeitura deu, com as te-lhas, não foi o suficiente para poder reconstruí-la". Ela e o marido estão morando em uma peça emprestada atrás da casa de uma das filhas.
Muitos dos que perderam suas casas continuam sem receber ajuda dos governos. A estudante de Educação Física, Juruciara Martins ainda tem em sua memória a angústia que viveu na madrugada do dia 28. "Eu estava na casa da minha madrinha, porque a minha casa é de madeira, e não é muito segura. Naquela noite eu senti e sensação mais horrível que se pode ter. Parecia que o mundo ia acabar". Ainda hoje, muitas casas continuam destelhadas, principalmente nos municípios de Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.
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Projeto apóia cuidadores de Alzheimer

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Por GIOVANA GENEROSO
Araranguá

Apoio e assistência psicoló-gica são os objetivos centrais do projeto de ajuda mútua aos cuidadores dos portadores de Alzheimer. Desenvolvido pelo curso de Enfermagem na Unisul, em Araranguá, os cuidadores dos doentes têm acesso a um ambiente que possibilita maiores informações sobre a doença e sobre o manejo necessário com o portador.
As reuniões, que ocorrem sempre na última quarta-feira de cada mês, envolvem fami-liares e voluntários de toda a região de Araranguá. Durante o encontro são discutidas as causas da doença, formas de tratamento e maneiras de lidar com o portador.
Segundo Elisete Rick, uma das coordenadoras do projeto, as metas propostas no início das atividades estão sendo alcançadas. "Vemos que mui-tos não têm outra forma de se informar sobre a doença, além de estabelecer aqui uma troca de experiências", conta ela.
Nos encontros sempre surgem histórias comoventes. Os componentes do grupo não são só os profissionais da saúde, mas sim aqueles que têm familiares ou conhecidos que enfrentam a doença. "É muito triste ver uma pessoa que estava bem de saúde ir se acabando aos poucos. Mas temos que encontrar forças para encarar a situação, que não é fácil", conta Neusa Demétrio, uma das participantes. Ela reside em Criciúma e vai a Araranguá só para o encontro, a fim de poder orientar-se e cuidar melhor do pai de 83 anos, que há quatro anos apresenta o mal de Alzheimer.O projeto está disponível para quem quiser participar. Mais informações, com a coordenação do curso.
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Universidade: quanto custa?

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CATIA HEBERT
catia@ac.unisul.br

A maioria das pessoas sonha em ingressar na vida acadêmica, mas o que elas não sabem é quanto isso vai custar. A última pesquisa revelada pelo Ibope mostrou que apenas 3% da população consegue chegar a esta instância. E você sabe quanto custa se manter em uma universidade? Pois bem, comece fazendo os cálculos.
A mensalidade dos cursos superiores varia de R$ 250,00 a R$ 1.500,00. Thiago Antunes, estudante de Jornalismo desembolsa uma quantia de R$ 600,00, valor estimado na quantidade de créditos que o aluno faz durante um semestre. Ligado a isso estão os materiais (caderno, canetas, lápis, borracha, xerox, livros,...), que podem chegar a R$ 50,00. Os estudantes que residem em outras cidades gastam com transporte em média R$ 100,00, como é o caso de Michel Silveira, que faz o percurso de Imbituba a Tubarão. Para esses gastos não foram incluídos alimentação, lazer e vestuário.
As universidades recebem verbas do Governo Federal e, por meio do Artigo 170, repassam aos acadêmicos que conseguem comprovar baixa renda. Além disso, os estudantes também podem pedir o Credito Educativo, que beneficia todos os alunos que inscritos. "Desde que iniciei a universidade pago a mensalidade com ajuda do Fies" conta o estudante de ciências da computação Michel Silveira. Porém, neste caso, o prazo para o pagamento tem a carência de um ano após a formatura. Todos que entram na universidade sonham, desejam e esperam chegar ao lugar que almejavam e usufruir única e exclusivamente da felicidade.
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Ponto de encontro

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Por DAIANI SILVEIRA
Criciúma

Loja de conveniência nos postos de combustíveis é a nova em Criciúma. A idéia, que une diferentes serviços em um único espaço, tem agradado ao consumidor pela comodidade. O proprietário de uma rede de postos, Edílson Barp, implantou a novidade. "A praticidade de unir diferentes serviços e comércios, bem como lanches rápidos e produtos de necessidade básica, tem feito das conveniências não só algo mais, mas um espaço fundamental".
Porém não e só a comodidade que veio acrescentar. O grande público jovem tem aceitado e aposta nesses ambientes, tornando-se freqüentadores e consumidores assíduos deste mercado.
Na sua grande maioria entre 16 a 25 anos, de todas as clas-ses sociais e gostos ecléticos, este público noturno, como define Edílson, busca nesses ambientes uma nova alternativa para encontros e festas, aproveitando que as lojas funcionam vinte e quatro horas.
Providos de carros equipados com muita aparelhagem de som, disputam espaço não só entre si, mas também com outro tipo de clientela, os que abastecem. No entanto, o ge-rente de uma das lojas de conveniências mais movimentadas de Criciúma, Eduardo Mendes Gonçalves, declara não haver qualquer tipo de intervenção de um cliente sobre o outro. "Nossos clientes de pista, aqueles que compram combustível, freqüentam o posto entre oito da manhã e dez da noite, enquanto a pessoal da bagunça costuma chegar no início da noite e ficar no máximo até as seis da manhã".
Essa nova alternativa vem não só da falta de opção para a juventude criciumense, mas pelas condições financeiras. Enquanto se paga, em media, R$ 20,00 para poder freqüentar uma das poucas casas noturnas que existem, utilizam-se das dependências do posto pagando apenas pelo que consomem. Luciano Alamini Rosa, 20 anos, conta por que se tornou freqüentador dessas lojas. "Em uma noite, numa danceteria eu gasto uns R$ 50,00 enquanto aqui divido as despesas com meus amigos, compramos bebidas para toda a noite e gasto no máximo R$ 10,00". Além da economia, Alamini complementa: "Posso rodar no meu carro as músicas que quero ouvir".
Economia para os clientes significa lucros para os proprietários. O maior consumo é de bebidas alcoólicas, cigarros e lanches rápidos o que representa 70% das vendas.
Contudo há um fato que preocupa não só aos proprietários e gerentes, mas também a polícia: um consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Isso é o maior causador de brigas e acidentes, além das várias reclamações recebidas devido ao som alto e à bagunça, já que as conveniências com maior volu-me de freqüentadores ficam próximas a áreas residenciais.
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Primeira edição

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Por RAFAEL MATOS
Professor

A idéia de criar este jornal foi apresentada aos alunos no primeiro dia de aula do se-mestre. Eles aceitaram e aqui está a primeira edição. Dúvidas surgiram no início, como o que vamos publicar, quem vai diagramar e como vamos impri-mir? Resolvidos os problemas e batizado, o Jornal do Quar-to, chega para apresentar o re-sultado de algumas atividades desenvolvidas na disciplina de Redação Jornalística I, do cur-so de Jornalismo da Unisul, campus Tubarão.
As editorias desta edição são relacionadas ao conteúdo de-senvolvido durantes as aulas. Com pautas livres, os alunos trabalharam técnicas de lead e abertura de reportagens, de a-cordo com os autores Luís A-maral, Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari. Por isso, as ma-térias estão divididas conforme o estilo utilizado.
A turma também agradece o fotógrafo Maurício Vieira, que foi tema da reportagem de capa e cedeu a bela foto premiada.
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Tai-Chi-Chuan: corpo são, mente sã

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Por LARISSA MATIOLA
Tubarão

Relaxar a mente e o corpo. Difícil? Não para os praticantes de Tai-chi-chuan.
A arte marcial, originária da China, é cada vez mais requisitada em diversos tratamentos, pois harmoniza o sistema nervoso central e constrói uma base para o me-lhoramento dos outros nove sistemas orgânicos do corpo humano entre eles, endócrino, circulatório, digestivo e linfático.
A atividade de qualquer órgão particular pode ser regulada de acordo com sua necessidade. É o que explica o professor Valdir dos Santos, proprietário de uma academia em Tubarão, que desenvolve, em parceria com os grupos de 3ª idade de Tubarão e Capivari de Baixo, um trabalho de rela-xamento e exercícios.
Equilíbrio Espiritual, Defesa Pessoal, Luta, Terapia e habilidade com armas compõem os movimentos terapêuticos circulares e respiratórios, que vão relaxando o corpo à medida que são efetuados, sem utilização de força física.
A seqüência aprendida de golpes é contínua, delicada e circular, desenvolvendo o alongamento do corpo e ativando a circulação do praticante, além de relaxar os músculos.
Em Tubarão, a Academia Valdir dos Santos oferece aos idosos aulas de Tai-chi-chuan, gratuitamente. Eles se reúnem duas vezes por semana para, ao mesmo tempo, descontrair e relaxar a mente e o corpo.
Quinze "meninas" acompa-nham a aula e divulgam com entusiasmo o bem que a atividade proporciona. "Acabou com minha dor de cabeça, mal estar e dormência nas pernas", ressalta Terezinha Machado.
Segundo o professor, todas se espelham em Dona Terezinha para levar adiante as aulas e os cuidados com o corpo, e ela exibe com orgu-lho a boa forma, "Na última vez que fui ao médico ele ficou espantado, me perguntava o que eu estava sentindo e eu dizia: nada, Doutor. Ele não acreditou que eu estava tão bem", completa a aluna.
A aulas de Tai-chi-chuan oferecidas pelo professor Valdir são realizadas todas as terças e quintas-feiras pela manhã, e destinadas a todos que queiram praticar a arte marcial, não necessariamente idosos.
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Jornal do Quarto

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Fundado em 28 de julho de 2004.
Publicação do 4º semestre de Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo - Disciplina de Redação Jornalística 1
Edição e planejamento gráfico:
professor Rafael Matos (JP 1240/SC)
Turma 2004/B:
Aline Somariva, Ariela Martins, Catia Hebert, Daiani Silveira, Delia Dias, Diene Ghizzo, Edivaldo Dondossola, Felipe Costa, Francine Guislandi, Giovana Generoso, Gisele Tartari, Guilherme Correa, Jessica Pereira, João Manoel Neto, Joelma Turossi, Larissa Matiola, Manuela Souza, Michelli Elias, Taise Forgiarini, Talita Gaspar, Vicente Pereira e Viviane Medeiros.
Internet:
www.blogdoquarto.blogspot.com
Contatos:
Coordenação de Comunicação Social - Campus Tubarão(48) 621-3094
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Nossas matérias

Friday, October 29, 2004 comments
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Este blog é um espaço para os alunos do curso de Jornalismo, da Unisul, campus Tubarão, publicarem os seus trabalhos. Os posts serão feitos pelo professor de Redação Jornalística I Rafael Matos. Aguarde na próxima semana todas as reportagens da primeira edição do Jornal do Quarto!
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